A minha Bienal do Livro


Estive na Bienal do Livro para quatro momentos muito interessantes e divertidos.
O primeiro deles foi a abertura do Seminário de Centenário de Rachel de Queiroz. Fui convidada para uma mesa inicial ao lado de Ana Miranda, escritora e José Augusto Bezerra, o bibliófilo guardião de tesouros da Rachel. A mediação foi feita pela pesquisadora Arminda Serpa.
A proposta da mesa era contar nossos depoimentos de convívio com a grande homenageada da festa. No meu caso, tive vários encontros com ela de 1998 a 2002. Para não transformar minha fala em um vai e vem da causos e vaidades, decidi por uma apresentação temática: "As cinco coisas mais importantes que aprendi com Rachel de Queiroz":
1. Não se pode confundir autor com narrador
2. É preciso respeitar o próprio trabalho acima de tudo
3. Ninguém é de todo bom, nem de todo mal.
4. É preciso ser forte
5. É preciso ser gentil
Pela foto vocês podem ver que minha palestra foi leve e divertida. Procuro fazer isso, sempre. A função do palestrante é dividir o que aprendeu com o público. A platéia precisa sair melhor do que entrou, com mais conhecimento e alegria.
Nesse dia estavam me ouvindo o professor Benjamin Abdala Jr., da USP e a Professora Marli Fantini, da UFMG e os dois vieram me contar que gostaram muito da palestra.
Eu sempre rezo antes de começar a falar. Peço a Deus que me inspire para que minhas palavras sejam belas e úteis. Acho que nesse dia eu consegui.

Escrito porSocorro Acioli às 11:37 AM  

1 Barulhinho bom...:

João Miguel disse... 5:26 AM  

Hm... Na verdade, as 4 últimas são lições de vida muito boas.

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